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AMPEF alerta para documento de validação do Bolsa-Caminhoneiro

Segundo a entidade, apenas a exigência do RNTRC possibilita que pessoas que não atuam na área poderão solicitar o benefício




A Associação dos Meios de Pagamento de Frete (AMPEF) alerta fiscalizadores sobre a importância Código Identificador de Operações de Transporte (CIOT). A preocupação vem com a divulgação da necessidade do Registro Nacional do Transportador Rodoviário de Cargas (RNTRC) para solicitação do Bolsa-Caminhoneiro.


Segundo a entidade, o RNTRC é um documento que pouco eficiente para inibir que possíveis “falsos transportadores” recebam o benefício. Para eles, o mais eficiente seria a exigência do CIOT.


O CIOT é um documento obrigatório para a execução do frete, exigido pela ANTT, que contém informações do caminhoneiro autônomo, do caminhão, do RNTRC e do contratante do frete. Além disso, o CIOT traz informações como tipo, origem e destino da carga, valor do frete, dados das transportadoras, dos operadores logísticos, das embarcadoras e dos transportadores autônomos, sendo, portanto, um documento fundamental e já em vigor.


Esse documento oficial de transporte, que é fundamental para o acompanhamento das atividades legais do setor de transporte rodoviário de cargas no Brasil, poderá ajudar o governo a utilizar um banco de dados com informações atualizadas.


O documento pode ser usado para confrontação de dados do RNTRC e da ANTT. As operações financeiras do frete pelo CIOT garantem informação sobre o caminhoneiro ativo a fazer jus ao benefício.


Assim, eles declaram ser “importante o cruzamento do RNTRC com as informações do CIOT para que as instituições governamentais possam fazer o cadastro do Bolsa-Caminhoneiro de forma transparente e segura, atendendo a quem realmente atua nesta importante atividade e necessita deste auxílio para trabalhar.”


Fonte: Frota & CIA

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