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Ministério dos Transportes define rodovias prioritárias para obras emergenciais

O plano de 100 dias do Ministério dos Transportes define as prioridades de curto prazo a serem realizadas


Ao menos nove rodovias do Sudeste brasileiro receberão obras emergenciais do Governo Federal para recuperação de estruturas comprometidas. São, especialmente, empreendimentos afetados pelo acúmulo de águas no período chuvoso. Com início imediato, os trabalhos de pronto atendimento incluem, na região, as BRs 259/ES, 262/ES, 342/ES, 262/MG, 265/MG, 354/MG, 367/MG, 381/MG e 494/MG.


Os detalhes do plano de trabalho a ser executado pelo Ministério dos Transportes e entidades vinculadas nos primeiros meses do ano foram anunciados nesta quarta-feira (18), pelo ministro Renan Filho.


Conforme o titular da pasta federal de Transportes, a duplicação de cinco quilômetros da BR-381/MG, em Ipatinga, é uma das obras que devem ser entregues nos primeiros meses de 2023 e que integram o plano de 100 Dias do Governo Federal para o setor. A previsão é que a intervenção seja concluída em abril. Está prevista para o mesmo mês a aprovação do projeto de manutenção a ser executado entre os quilômetros 0 e 82 da BR-356/RJ, na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais.


Transporte ferroviário

No transporte ferroviário, o destaque será a construção da terceira etapa de adequação do ramal na ferrovia EF-222, em Barra Mansa (RJ): a meta é que os trabalhos também comecem em abril deste ano.


Para o ministro Renan Filho, as obras beneficiarão a cadeia produtiva, assegurando o escoamento da produção agroindustrial. Com a maior participação no Produto Interno Bruto (PIB) do país, o Sudeste é rota de distribuição da produção nacional de commodities, em setores que vão desde a agropecuária a combustíveis e minérios.


O plano de trabalho dos primeiros 100 dias na gestão do Transporte segue o Plano de Governo 2023-2026, definindo quais são as prioridades de curto prazo. Segundo o Ministério dos Transportes, seu compromisso é promover a segurança, aumentar a qualidade, reduzir a burocracia, aumentar a eficiência e a sustentabilidade, promover a competitividade da infraestrutura e transporte de cargas e pessoas, dentre outros aspectos.


Fonte: Frota & CIA

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